Afogamento - Doutor das Crianças - Guia Médico

5 Novembro 2013
Categoria:
Primeiros socorros
Comentários:  0
41. Afogamento - Afogamento




largestbm7,pour27y,needleqfu,land4fp,EXPLICAR ÀS CRIANÇAS O NASCIMENTO,é normal o umbigo de bebe cheirar dois dias depois d nascimento,rastreio doenças metabólicas dias.




O afogamento e a morte por asfixia provocada por imersão na água. Não se sabe qual é o tempo máximo que uma pessoa pode estar imersa sem que se produzam danos irreversíveis, podendo oscilar entre três e cinco minutos, embora em água muito fria o tempo possa ser maior, dependendo igualmente da quantidade e da qualidade do líquido aspirado.

A morte aparente no momento de ser salvo não significa que não seja possível uma recuperação, especialmente em crianças afogadas em água muito fria, pelo que a reanimação rápida deve ser sempre tentada.

O risco de afogamento é maior nas crianças do que nos adultos. As crianças com menos de um ano costumam afogar-se cm banheiras e alguidares. Tendo em conta que um em cada quatro acidentes com crianças ocorrem na banheira não se deve deixar uma criança sozinha no banho, nem que seja para atender o telefone!

Entre o ano e os quatro anos, o afogamento costuma acontecer em piscinas: a criança não deve ter acesso à piscina se não estiver a ser vigiada por um adulto responsável.

A utilização de bóias ou braçadeiras é uma medida protetora sempre recomendável, mas cm nenhum caso deve excluir a vigilância contínua da criança. Provou-se que a instalação de uma cerca à volta da piscina diminui o número de acidentes em mais de cinquenta por cento; todavia as coberturas de piscinas não resultam eficazes como medida preventiva para as crianças mais pequenas.

Não está provado que o ensino da natação cm idades precoces seja um método eficaz para prevenir o afogamento infantil. As lições de natação para as crianças menores de quatro anos não oferecem segurança perante o afogamento e podem conduzir a uma falsa sensação de segurança. De facto, a Academia Americana de Pediatria não aconselha o ensino de natação a lactentes e, até aos quatro anos.

Pelo contrário, as crianças com mais de cinco anos devem ser ensinadas a nadar, embora saber nadar bem num determinado volume de água não garante que se consiga fazê-lo noutros locais. Depois dos cinco anos, o risco de afogamento costuma acontecer não só nas piscinas mas também nos rios, lagos e praias.

O maior deles provém da mudança de condições ambientais (profundidade, temperatura da água. correntes, etc.) e da dificuldade para aceder com rapidez aos serviços médicos de urgência. E necessário ensinar as crianças a não nadarem sozinhas, sem a companhia ou vigilância de um adulto.

Mesmo assim, convém obrigá-las a usar um colete salva-vidas a bordo de uma embarcação. Quando a criança é salva de um afogamento, a primeira medida a tomar é efetuar a respiração boca a boca em simultâneo com a massagem cardíaca, enquanto se leva a criança para o hospital mais próximo. Mesmo que depois de uma imersão, mais ou menos prolongada, a criança recupere naturalmente, convém ir ao hospital para que fique sob vigilância, pelo menos vinte e quatro horas.

Compartilhar:
follow subscribe - Afogamento