Alimentos sólidos - Doutor das Crianças - Guia Médico

13 Abril 2018
Categoria:
Alimentação
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alimentos solidos - Alimentos sólidos




é normal o umbigo de bebe cheirar dois dias depois d nascimento,rastreio doenças metabólicas dias.




– Os cereais. Provêm de diferentes tipos de grãos. Alguns como o arroz e o milho, não contêm glúten, e outros como o trigo, a aveia e o centeio contêm glúten. Proporcionam calorias, principalmente sob a forma de hidratos de carbono. Existem muitas fórmulas comerciais especialmente preparadas para incluir na alimentação infantil a partir do quarto ou sexto mês. Têm um sabor agradável e a maioria contém um suplemento de ferro e vitamina D.

Habitualmente acrescentam-se a um ou dois biberões de leite, em quantidades variáveis, até obter a consistência de uma papa. As crianças mais crescidas, tal como os adultos, consomem-nos em forma de arroz, massa, bolachas, pão e em muitos outros produtos, nos quais a farinha é o componente essencial.

– As frutas. São uma fonte de vitaminas e minerais. Podem ser introduzidas na dieta entre o quarto e o sexto mês. Têm um sabor ácido que pode ser inicialmente recusado pela criança. Neste caso, é preferível cozê-las, porque costumam ser mais bem aceites. Possuem um efeito laxante, eficaz nos bebés com tendência para a obstipação.

– As verduras e os legumes. Contêm vitaminas do complexo B ferro e outros minerais. São introduzidos na dieta por volta do quinto ou sexto mês em forma de purés bem cozidos e triturados. Contêm fibras e têm, portanto, um efeito laxante. Nem sempre são bem aceites pelo bebé, especialmente a partir dos dois anos. Embora sejam um alimento importante, não force de mais o bebé, pois pode criar uma recusa definitiva.

– A carne, o peixe e os ovos. Proporcionam basicamente proteínas de origem animal e são introduzidos progressivamente a partir dos seis meses, em pequenas quantidades c sem exceder 30 ou 40 grs por dia durante o primeiro ano. Costumam ser mais bem tolerados quando se misturam com outros alimentos, preferencialmente com os purés de verduras.

O ovo contém um alto teor enegético, mas não se devem dar mais de dois ou três por semana por que é um alimento rico em colesterol. A clara pode provocar reações alérgicas em alguns bebés, sobretudo com menos de um ano.

– As gorduras vegetais. As gorduras proporcionam abundantes calorias e ácidos gordos essenciais (gorduras que o organismo precisa mas que não pode fabricar e têm que ser fornecidas através da alimentação). Podem ser introduzidas juntamente com as verduras cm forma de óleo de milho, de girassol ou de azeite, acrescentadas aos purés. Nas crianças mais crescidas também podem ser dadas em forma de margarina e manteiga, tendo em atenção que a quantidade não ultrapasse os limites de colesterol recomendados.

– Os derivados do leite. Estes alimentos, como o queijo e o iogurte, proporcionam calorias em forma de proteínas e gorduras e também açúcar (lactose); no geral, são bem tolerados e constituem uma boa maneira de completar a dose diária de leite. Um “suissinho”, embora seja pequeno, tem quase as mesmas calorias do iogurte e ambos equivalem a aproximadamente 125 cc de leite. Em relação à quantidade de gordura, um “suissinho” contém a mesma de 125 cc de leite de vaca.

– O sal. Pode ser acrescentado à dieta em pequenas quantidades. Convém recordar que o consumo excessivo favorece o aparecimento de hipertensão e, se a criança se habituar desde pequena aos alimentos muito salgados, continuará com a mesma tendência quando for adulta.

– O açúcar. Proporciona calorias em forma de hidratos de carbono. Pode introduzir-se em quantidades moderadas a partir do oitavo ou décimo mês. Favorece o aparecimento de cáries dentárias e o consumo excessivo pode habituá-la aos sabores doces – tipo guloseimas — e secundariamente à obesidade. Como todos os alimentos, não causa problemas se for consumido em pequenas quantidades.

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