Crianças deficientes

25 Setembro 2016
Categoria:
Problemas especiais
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Crianças deficientes




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A criança deficiente precisa de ser aceite com naturalidade pelos pais e familiares.

Para ela, é essencial crescer num ambiente de carinho e de estímulo positivo, com oportunidades de relacionamento com outras crianças, e sentir-se segura de que os seus pais a amam acima de tudo. Não deve cair na tentação de a sobre proteger porque, a médio prazo, isto torná-la-á insegura e preterida. Por outro lado, deve estar dependente dela e disponível para lhe prestar toda a ajuda de que necessita.

Não é fácil, mas há que procurar um equilíbrio que não seja afetado nem por uma atitude de compaixão nem por uma disciplina exagerada. A criança tem uma enorme capacidade de adaptação; pode e deve habituar-se a aceitar a sua condição. Será menos doloroso se os que a rodeiam a ajudarem com carinho e naturalidade. Os irmãos aceitarão o problema de uma forma positiva se tiverem o exemplo dos pais neste sentido, mas é normal que se sintam incomodados e envergonhados se pressentirem que os seus pais também o estão.

Quando a criança cresce, é inevitável que numa determinada altura os seus colegas façam troça dela, pois as crianças são ao mesmo tempo um misto de honestidade e crueldade, impossível de controlar. A criança que recebe estímulos positivos em casa e se sente querida e aceite pela família pode superar essa deficiência com mais facilidade.

Os pais também têm problemas. Cuidar dela e conviver diariamente com a sua deficiência pressupõe viver uma situação dolorosa.

As reações ao descobrirem o problema podem levar a tensões, fatais para o casal.

É essencial sair do círculo de auto compaixão e de obsessão cm encontrar um culpado.

É importante colocar todas as perguntas ao médico para se convencerem de que não existe culpa e que não se trata da única criança no mundo que tem problemas. A confiança no médico é decisiva para evitar dar voltas inúteis à procura de supostas soluções inexistentes. Uma informação objetiva c rigorosa é suficiente para conseguir o melhor tratamento possível e evitar, ao mesmo tempo, falsas esperanças.

Quando a criança cresce, há que tentar alcançar o máximo rendimento possível, iniciando o seu ensino sem demora. Sempre que o problema o permita, ela deve ir para o colégio com a mesma idade das outras crianças. A escolha do colégio deverá ser feita tendo em conta as possibilidades da criança, tentando, sempre que possível, integrá-la em ambientes de crianças normais evitando pedir-lhe esforços para os quais ela não está capacitada ou preparada.

Em algumas situações, há que recorrer a centros especiais.

Esta decisão deve ser tomada com calma e bom senso, e deve ser discutida entre os pais, o médico e os educadores.