Jogos e relações sociais - Doutor das Crianças - Guia Médico

12 Agosto 2018
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Com um ano, a criança ainda é solitária e não quer brincar com outras crianças, embora goste de observar e de estar perto das que brincam. Isolá-la é um erro que mais tarde lhe pode trazer problemas de adaptação e timidez. Com esta idade, adora as brincadeiras solitárias mas muito ativas, como seja correr por onde não deve, pegar, atirar e mexer em coisas que não são propriamente brinquedos.

O desejo de imitar aquilo que vê à sua volta é uma das características da criança de ano e meio, persistindo aproximadamente até aos três anos. Adora brincar imitando o que vê em casa e diverte-se com os brinquedos com os quais finge que cozinha e realiza as tarefas que vê a sua mãe executar. O seu desejo de imitar não se limita à mãe e inclui também os seus irmãos ou outras crianças; no entanto, prefere brincar sozinha e se está com outras crianças, luta pela posse dos brinquedos que quer utilizar.

A escolha dos brinquedos é muito importante e convém saber que os mais caros nem sempre são os mais apreciados ou estimulantes. E necessário ter em conta a segurança dos mesmos e que sejam indicados para a sua idade. Antes do ano, convém que os brinquedos sejam laváveis, não demasiado pequenos e sem pontas ou cantos que a possam magoar. Nesta idade a criança gosta de brinquedos musicais, bonecos de borracha… Mais tarde, podem escolher-se brinquedos educativos que estimulem a sua imaginação, a destreza manual e inteligência, como as peças para encaixar.

Não se esqueça que os brinquedos bélicos podem provocar atitudes agressivas e levar a encarar a violência como algo natural e corriqueiro. A partir do primeiro ano, a criança não pára quieta e é incapaz de obedecer porque ainda não compreende claramente a razão por que deve ou não deve fazer isto ou aquilo. Sente uma especial atração pelos jogos repetitivos e barulhentos, quase sempre incomodativos para os adultos, e é incapaz de aceitar, porque não entende, que a sua mãe esteja cansada!

Entre o primeiro e o segundo ano, a criança é, por natureza, desconfiada em relação ao que não conhece e necessita de certo tempo para se adaptar ao desconhecido, não devendo, portanto, ser forçada a relacionar-se com pessoas que não conhece. Se tiver visitas em casa, não a obrigue a ir dar-lhes um beijo, já que ela precisa de um certo tempo para se familiarizar e aproximar voluntariamente.

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