Medidas gerais, cuidados, refeições, repouso e saídas

1 Novembro 2016
Categoria:
Doença aguda
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Medidas gerais, cuidados, refeições, repouso e saídas




Atraso Na Dentição Do Bebê,enfartamento gases e sono,sensaçao de enfartamento e arroto,agasalhar demasiado,ao engolir um corpo estranho com quanto tempo e eliminado.




Quando a criança adoece, precisa mais do que nunca de carinho e mimos, pois embora possa manifestar o seu mal-estar de muitas formas não sabe expressar-se como um adulto. É necessário tempo e atenção para a compreender, cuidar, consolar e brincar com ela, tentando que esteja entretida. E o momento de a mimar com conta, peso e medida! Não deve ser forçada a comer se não tiver apetite. De-Ihe apenas os pratos de que ela mais gosta.

Estimule-a para que beba água ou outros líquidos, em pequenas quantidades e com frequência, sobretudo se tiver febre. Se tiver que tomar algum medicamento e não quiser, tente convencê-la evitando criar recusas violentas. A cama por si só não tem nenhum efeito curativo e a criança só deve ficar deitada se estiver cansada ou se o fizer de livre vontade.

Não existem argumentos convincentes para obrigá-la a ficar deitada se ela não quiser. Também não é imprescindível que fique em casa. Muitas vezes a doença é compatível com pequenas saídas, sobretudo quando as condições da residência ou o clima forem favoráveis. Por vezes uma doença aguda pode requerer hospitalização sem que isso signifique gravidade. Nestes casos é importante fornecer-lhe, de acordo com a sua idade e a sua capacidade de compreensão, todos os pormenores possíveis.

Parece absolutamente lógico que um bebé fique aterrorizado quando se vê numa sala de hospital. É evidente que sobre muitos pontos de vista estará perfeitamente atendido, mas também é verdade que pode estranhar a cama, o quarto, os objetos e as pessoas que o rodeiam. Quando chora, é possível que não tenha ninguém para o consolar. A comida não é a mesma e é normal que lha dêem de maneira diferente daquela a está habituado.

A enfermeira pode não compreender a sua linguagem gestual e o bebé não terá as respostas do costume. Para além disso, de vez em quando, será abordado por um médico ou uma enfermeira, ou ambos ao mesmo tempo, que se aproximarão do berço, o agarrarão c o observarão de forma absolutamente nova para ele; podem mesmo dar-lhe alguma injeção que o magoará e, como é fácil de supor, o deixará aterrorizado.

De forma a ajudá-lo o melhor possível é importante que o hospital permita a presença dos pais e que o trabalho do pessoal profissional inclua um tratamento humano no qual impere o bom senso e não as regras rígidas, que normalmente têm pouco fundamento. O meio físico agradável, preparado para receber  crianças, também é importante.