8 Março 2016
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Novas brincadeiras, os amigos




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Agora é a imaginação e a curiosidade que condicionam a vida da criança. Começa por querer saber tudo, ao mesmo tempo que mistura as suas experiências com histórias inventadas. No início, imita tudo o que vê em seu redor e. a pouco e pouco, vai-se tornando mais imaginativa e criativa.

Torna-se sociável e necessita de ter companheiros para brincar. Já não gosta de brincar sozinha e precisa de partilhar os seus brinquedos e as suas ideias para se divertir. Os brinquedos têm um valor relativo. Geralmente o rapaz diverte-se com carros e a rapariga com bonecas. Ambos encontram mais prazer nos brinquedos simples do que nos complicados e caros que os adultos frequentemente tentam impor-lhes.

Um brinquedo oferece-se para dar prazer, por isso não se deve pretender que a criança o utilize da forma correta, mas sim como ela gosta e a diverte. Se lhe oferecem um sofisticado comboio elétrico, é normal que o pai queira que siga as instruções passo a passo, mas para o miúdo isso é complicado e aborrecido porque o que ele quer é brincar anarquicamente com as carruagens fora dos carris, sem as enganchar.

O mesmo sucede quando se trata de colorir um livro; os adultos pretendem que siga as linhas e as cores do modelo, para não estragar a ilustração, mas a criança gosta de seguir os seus impulsos, que, geralmente, não se ajustam ao proposto no modelo.

Quando um adulto quer brincar com uma criança, é sempre bem-vindo. No entanto, deve situar-se no seu plano, deixando que seja ela a tomar a iniciativa e não o inverso. A partir dos três anos, a criança torna-se mais sociável e generosa e os amigos passam a ser mais importantes. Antes desta idade, existe um forte sentimento de posse e é-lhe difícil partilhar brinquedos ou qualquer outra coisa. Este comportamento não significa que seja má ou egoísta, apenas não tem ainda desenvolvida a sua sociabilidade, pelo que não faz sentido obrigá-la.

Quando a criança se mostra particularmente difícil em algumas situações, é aconselhável levá-la ao pediatra para que ele averigue se se trata de uma conduta patológica, que requer ajuda especial, ou se é simplesmente uma atitude normal, própria da idade. A partir dos três ou quatro anos, é habitual que comece a mentir, ou melhor, a confundir a realidade com o seu mundo de fantasia: por vezes, pode fazé-lo com a intenção de enganar: então sim, deve averiguar por que o faz. Geralmente por detrás de uma mentira está um problema que a preocupa e que não sabe resolver.

Enquanto a criança é pequena, a maior preocupação dos pais centra-se no seu estado físico e no seu bem-estar. Depois, começam a perguntar-se como hão-de dirigir a educação, os jogos, a disciplina para além de uma série de outras situações que vão surgindo diariamente.

Ao crescer, a criança torna-se imaginativa e sociável, mas ainda tem dificuldades para reconhecer e expressar com clareza os seus sentimentos. Precisa de amor e dedicação para amadurecer e que lhe dediquem algum tempo para conversarem com ela sobre a realidade e para lhe contarem histórias.

Os pais não devem preocupar-se. O bom senso unido ao carinho e à paciência permitem ajudá-la a obter melhores resultados.