Os pequenos roubos - Doutor das Crianças - Guia Médico

29 Julho 2018
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As crianças pequenas pegam em coisas que não são suas e, se tiverem oportunidade, ficam com elas sem que isso lhes cause o menor dos problemas porque durante os primeiros anos a criança não conhece o sentido do que ê roubar. O roubo consciente e intencionado aparece a partir dos seis ou sete anos. Nesta idade, a criança sabe que se ficar com uma coisa que não é sua está a cometer um erro e por essa razão tenta ocultar o que rouba e fá-lo às escondidas, negando tê-lo feito ao ser interrogada.

Há dois momentos em que o furto é mais habitual: entre os seis e os oito anos e no princípio da adolescência. Ao detetar o furto, é provável que os pais fiquem nervosos e preocupados com o comportamento do filho. A preocupação é perfeitamente natural mas não devem considerar que estão perante uma situação dramática ou trágica.

É necessário ajudá-la a reconhecer e a aceitar o seu erro e obrigá-lo a devolver o que roubou. Esta atitude deve ser firme, evitando, embora, humilhá-lo. A criança deve ter uma noção muito clara que agiu mal e que os pais reprovam a sua ação. A criança que comete pequenos furtos geralmente fá-lo sem necessidade e porque se sente só ou infeliz.

Ocasionalmente esta situação pode ocorrer motivada por ciúmes ou ressentimento em relação aos pais, irmãos ou amigos, ou até por falta de afeto real, ou pressentida por ela, que a impele a roubar. Por isso os pais devem analisar a situação afetiva da criança e ver se não terá à sua volta, tanto no mundo dos adultos como infantil, modelos que possam estar a influenciá-la negativamente.

E conveniente dar-lhe uma semanada sensivelmente igual à dos amigos para evitar que se sinta diferente e discriminada. Os pequenos furtos são ações relativamente frequentes em qualquer fase da infância que podem ser resolvidos facilmente mediante uma atitude correta por parte dos pais. No caso de o problema não se resolver a curto prazo, é conveniente conversar com o pediatra para que este analise a possibilidade de uma consulta com um psiquiatra infantil.

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